Quando a tecnologia entra no tatame
Segunda-feira, 30 de Julho de 2012
Categoria: Confederação Brasileira de Judô
Quando a tecnologia entra no tatame
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Quando os judocas estão no tatame, as câmeras têm alvo certo. E não apenas as das emissoras de TV. Leonardo Mataruna, estrategistas da Confederação Brasileira de Judô há cinco anos, é responsável por registrar em vídeo lutas dos brasileiros e de deus adversários.

O acervo da CBJ para os Jogos Olímpicos de Londres conta com cerca de 12 mil lutas - cinco mil no feminino e sete mil no masculino. Os combates estão indexados por atleta, competição e ano. Pelo sistema, é possível identificar destros e canhotos e a principal técnica de cada judoca.

Para Londres, a CBJ terá à disposição um hotel a 400m da Arena ExCel, onde os técnicos e atletas poderão analisar os combates (mesmo os acontecidos no próprio dia) e estudar os adversários do bloco final. Ainda no tatame de aquecimento, ao longo da fase preliminar, é possível receber vídeos de atletas para traçar estratégias das próximas lutas.

"Para filmar a competição em Londres, precisamos adaptar algumas coisas, como o tamanho das câmeras e trocar o tripé por monopé, afim de atender às regras da organização", explica Leonardo Mataruna, que foi a Manchester no dia seguinte ao desembarque em solo inglês para buscar o HD com imagens do campeonato africano.

Apenas quatro atletas no masculino, e outros quatro no feminino, não estão contemplados no banco de imagens. São países como Ilhas Maurício, Burundi, entre outros que entraram como convidados pela Federação Internacional de Judô nos Jogos.

Fonte: www.cbj.com.br 

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